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Espaço Vivo Rio – Um viva ao novo conceito de noite

Dezembro 11, 2006

         

          O Espaço Vivo Rio, inaugurado recentemente no Aterro do Flamengo, em anexo ao MAM, surge com nova proposta para o cenário da noite carioca, aliando requinte, diversão e segurança ao gosto dos jovens. O ambiente é extremamente agradável, possuindo três andares, bom controle da temperatura e inteligente disposição de bares e banheiros. Para garantir o conforto, o custo da entrada supera o da maioria das casas noturnas da cidade, ficando em torno de 60 a 100 reais, o que parece não intimidar o público que vem lotando o Espaço, como no último evento do dia 08, E-music Indoor.

            O charme se faz presente desde o caminho até o local, passando pelo belo Aterro do Flamengo iluminado durante a noite, e chegando no MAM, onde manobristas devidamente uniformizados recolhem seus carros pelo preço de R$ 15. Em seguida, segue-se por um tapete vermelho até a porta da casa, onde de longe já se pode conferir o agito através das paredes de vidro. Após passar pela segurança local, entra-se diretamente no andar intermediário -  uma espécie de lounge com uma música menos agitada, mesas e cadeiras em design arrojado de metal, guarda-volumes, caixa e bar, ideal para conversar com os amigos e descansar.

            Descendo as escadas para o andar inferior, a animação é comandada pelo DJ convidado que fica num palco equipado com telão, jogo de luzes, duas potentes caixas de som, e também tangenciado por seguranças identificados por uma blusa laranja que ficam atentos a todo o perímetro da pista. Os quatro bares, sendo um exclusivo para a área vip, agilizam a compra das bebidas e agradam os jovens que não precisam enfrentar as longas filas e as confusões geradas por elas. Os dois banheiros que ficam nas laterais do palco são de extrema higiene e bem decorados.      

            O acesso ao terceiro andar é resguardado por seguranças que conferem se você possui a pulseira de plástico que custa, baseando-se no E-music Indoor, R$160 para o público feminino e R$ 180 para o masculino. Reservado àqueles que buscam ainda mais exclusividade e comodidade, a área vip conta com uma vista privilegiada da pista de dança e do show do DJ, assim como mesas, cadeiras e um segundo bar exclusivo. “Apesar de tudo isso, o preço quase duplicado da pista normal é pago em favor da distinção”, afirma o universitário Ricardo Manhães, 25 anos.

            Em último evento no dia 08 de fevereiro, a casa recebeu Armin Van Burren, o segundo melhor DJ do mundo de música eletrônica, numa festa que buscou desfazer o laço entre o estilo musical e o consumo de drogas, criticado e constantemente denunciado pela mídia diante os diversos casos de tráfico de drogas e hospitalizações nas últimas raves ocorridas no Rio de Janeiro. Demonstrando um ambiente totalmente diferente, o Espaço Vivo Rio concebeu o evento com a maior tranqüilidade e elegância, sem nenhuma apreensão de drogas, casos de emergência ou brigas. O referencial promete atrair ainda mais público para a casa no próximo dia 23, quando DNOX, outro ícone da musica eletrônica se apresentará.

 

Reportagem – Lorena Ribeiro

 

                               

 

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Edição Especial de Encerramento: Pela noite do Rio em Las Vegas

Novembro 30, 2006

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          As noites cariocas fugiram dos limites dos trópicos e subiram rumo ao hemisfério norte para esquentar a diversão nos Estados Unidos. Las Vegas, conhecida pelos seus imponentes resorts com tema nas cidades mais famosas ao redor do mundo, tem um pedacinho do Rio de Janeiro na sua principal avenida, com uma programação noturna que promete àqueles que nunca foram ao Brasil um pouco da cidade maravilhosa e a réplica de suas maravilhas. O Rio Hotel & Casino oferece, entre diversas atrações, happy-hour na piscina, muita dança na boate VooDoo Lounge, comidas típicas e shows de máscaras. 

         

          Para literalmente entrar no clima, a temperatura dentro do resort é mais aquecida que a dos outros hotéis. A maioria dos turistas se veste durante a noite com bermudas, saias e camisas floridas, ainda que seja inverno neste período. A decoração conta com máscaras carnavalescas penduradas no teto, iluminações coloridas e desenhos de pássaros e praias nas paredes. Algumas partes do Hotel têm nomes de cidades brasileiras, como Búzios ou São Paulo, mas o entretenimento se reserva à divisão do Rio. Tudo isto em meio a centenas de máquinas do cassino, que parece ser a menor das atrações, mesmo na cidade da jogatina.

 

          A noite começa às 18h quando, durante o verão, a área da piscina central, réplica de uma praia, com enormes coqueiros e chão de areia, torna-se o point do happy-hour. Os drinks podem ser comprados no Cocobana´s bar, onde Alisha Fladeland, 22 anos, trabalha. “Durante o verão, a piscina, que é uma das maiores e preferidas em Vegas, fica muito cheia, já que é nesta época que o Torneio Mundial de Poker é sediado no Hotel”, explica. Para dançar, Alisha recomenda a boate VooDoo Lounge, que nas quintas-feiras é dedicada à músicas latinas ao vivo. A casa noturna fica no segundo andar, com grande espaço ao ar livre e uma maravilhosa vista de grande parte da cidade de Las Vegas.

 

          No mais autêntico estilo de carnaval, há ainda o Masquerade Show in the Sky, no qual carros alegóricos presos ao teto carregam dançarinos e hóspedes pelo hotel, jogando serpentina, dançando e distribuindo drinks brasileiros, como a caipirinha. Scott Wells, 32 anos, do Texas, é fã da bebida e visita o hotel pela terceira vez. “Pretendo conhecer o Rio de verdade em breve, e de preferência, no carnaval”, brinca o americano. Não só as bebidas, como também as comidas são típicas no resort, como no restaurante Búzios que tem especialidade em frutos do mar.

 

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          Em meio a tanta areia, cores, música, dançarinas de biquíni e caipirinhas, um detalhe esquecido faz a grande diferença. A estátua do Cristo Redentor, principal atração turística do Rio de Janeiro, sequer é retratada. O que não acontece no Hotel Paris, o qual esbanja uma enorme Torre Eiffel que atravessa todo o interior do hotel, e se prolonga por 164 metros, ou no Hotel New York, New York, que já em sua frente expõe a Estátua da Liberdade. “Chega a ser triste termos um símbolo tão exuberante de nossa cidade, e não vê-lo aqui”, decepciona-se a turista carioca Maria Tereza Nascimento, de 47 anos. No entanto, o ponto negativo parece não incomodar os estrangeiros que consideram o Rio Hotel e Casino uma das melhores opções de entretenimento na cidade “que nunca dorme”.

Reportagem – Lorena Ribeiro e Fotografia – Mariana Rehder

Quer conhecer um pouco mais do Rio Hotel & Casino?

Acesse : http://www.harrahs.com/casinos/rio/hotel-casino/property-home.shtml

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Samba e Beleza no Pátio Lounge

Novembro 30, 2006

sambablack1.jpg           O requinte da Gávea junto às programações variadas de música vem fazendo da boate Pátio Lounge uma referência entre os que curtem a noite da Zona Sul. Sérgio Hondjacokff, Joana Balaguer e Luana Carvalho são alguns dos famosos que prestigiam a casa noturna conhecida por muitos como “o metro quadrado mais bonito do Rio de Janeiro”. O Pátio Lounge tem programações para todos os gostos, mas o maior sucesso fica para as noites de domingo com o SambaBlack. A casa ainda vem com um novo projeto que promete animação para o verão: os ensaios da escola de samba da Mangueira.          

          “O diferencial do Pátio é que ele tem uma organização muito boa por parte da gerência. Além disso, é uma casa grande e rentável”, explica Vitor Merljak, produtor de eventos da Upperlife e com apenas 20 anos. Já Felipe Machado, de 23 anos, acredita que o sucesso da casa fica por parte de quem produz os eventos. “É a produção que escolhe os canais de divulgação. Ela que vai decidir se vai divulgar no Buxixo às sextas de noite ou na praia de Ipanema, por exemplo”, afirma o jovem produtor que pretende no próximo dia 15 fazer uma grande festa na boate com os famosos dj´s da casa noturna Privilege, localizada em Búzios.             

            A dentista Michele Moutinho, de 24 anos, freqüenta o Pátio há um ano e admite que a preferência pela casa se deve principalmente pelo seu público. “Primeiro, o Pátio é mais selecionado, as pessoas que vão são muito bonitas. Por se localizar na Zona Sul, se torna mais exclusivo também”, afirma. “Às vezes, eu nem curto a música que está tocando, mas vou porque é lá que a galera está. O círculo de amigos freqüenta sempre o mesmo lugar e o Pátio é o preferido dos meus”, acrescenta a universitária Priscila Riveiros, de 25 anos. As críticas ao lugar são poucas, e se referem principalmente ao calor que faz no ambiente interno da boate que está sempre lotado.                 

            O Sambablack, evento que ocorre que todos os domingos das 19h às 1 da manhã, tem como principal atração o samba de roda, contando com a participação de Anderson e Andrezinho do Grupo Molejo. Além disso, os jovens podem dançar ao som de hip-hop com o dj Saddam e funk e Miami bass com o dj Paulinho. O preço para a entrada é de R$ 20 para as mulheres e R$ 40 para os homens, mas quem quiser fugir do calor e do empurra-empurra também pode adquirir um camarote no segundo andar para 25 pessoas no valor de R$ 500. Adriana Carvalho, estudante, é fã do SambaBlack e diz não faltar um. “Primeiro, é um papo com chopp com o pessoal no Baixo Gávea. Depois, vamos todos juntos pro Pátio, já que é pertinho”, conclui.                     mangueira.jpg

            O novo projeto da casa para os Ensaios da Mangueira durante o verão promete trazer ainda mais jovens para a boate, já que grande parte estará em férias. Com estréia prevista para o dia 12 de dezembro, a expectativa é grande por quem já freqüenta o Pátio e pelos fãs de carnaval. “Os ensaios de escola de samba são sempre muito animados e reúnem muita gente bonita, o único problema eram os locais muito distantes e desconfortáveis. A Mangueira e o Pátio Lounge fazem uma união perfeita”, anima-se o advogado Guilherme Aguiar, 26 anos, garantindo sua presença no evento.

Reportagem – Lorena Ribeiro e Fotografia – Mariana Rehder

Endereço: Praças Santos Dumont 31 – Gávea
Informações: 2274-1444 / 7841 2870
 
Samba Black – Todos os domingos
Horário: 19h
Atrações: 19h – Hip Hop com DJ Saddam
21h – Roda de Samba com Anderson e Andrezinho do Molejo
22h30 – Miami Bass com DJ Paulinho
Preço: Feminino R$20 e masculino R$40.
Informações: (21)2274-1444
 
 
Ensaios da Mangueira – 12/12
Horário: 23h
Atrações: DJ Janot (MPB)
02h: Bateria da Mangueira
03h: DJ Roger
Preço: Fem: R$20
Masc: R$30
Informações: (21)2274-1444 / 7841 2870

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Festa dos Calouros de Comunicação 2006.2

Novembro 30, 2006

           A Festa de Comunicação, que aconteceu na última terça-feira, 21, no Cabaré Kalesa, reuniu calouros e veteranos do curso de Comunicação Social da PUC – Rio. Organizada pelo Centro Acadêmico de Comunicação Social (CACOS), teve como idéia principal integrar e acolher os novos estudantes do curso. Problemas de organização fizeram com que a festa ocorresse somente no final do período, quando era para ter acontecido no início .

             

           Quando divulgada a festa, houve muita reclamação por parte dos calouros que não gostaram da localização (Praça Mauá), do preço (R$15 sem nada liberado) e da falta de atrações musicais. Porém, o que se via na festa era muita gente curtindo, dançando e bebendo.

              A música ficou por conta do Samba do CACOS e dos DJ’s Tom e Big Dog, tornando o espaço bem eclético ao tocar músicas para todos os gostos. A caloura Natalia Guerra chegou a reclamar, mas depois mudou de idéia: “Não estava muito animada não, pensei em não vir, mas estou adorando!” Quem estava na festa contou com uma surpresa a mais, um strip-tease de um homem e uma mulher em meio a raios de luzes e fumaça. O público se divertiu ao vê-los em um palco móvel que subiu para que a performance fosse apresentada.          

              Segundo um dos organizadores da festa, Thiago Torres, a maior dificuldade ficou por conta do orçamento: “Por ter um pouco orçamento, tivemos grande dificuldade na escolha e negociação do local.” Apesar de haver uma preocupação com a presença de alguns menores, não houve maiores problemas e a festa também foi aprovada pelos veteranos: “As pessoas reclamam demais. Todo mundo falou muito antes, mas na hora todos estavam dançando, se divertindo. A festa foi ótima!”, disse Carolina Ruiz, estudante do segundo período de Comunicação. Quem organizou, também ficou satisfeito com o resultado: “Achei uma boa realização, várias coisas influíram pra que não tivesse muita gente no evento. O retorno de dinheiro foi pouco, mas as pessoas que foram gostaram muito, o que faz que o evento tenha sido um sucesso.”, concluiu Thiago. 

 Reportagem - Luna Vale  Fotos – Grécia Araújo

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Chico em versos

Novembro 30, 2006

         

         “Sou ‘chicólatra’.” Confessou o diretor e roteirista Macio Azevedo, responsável pelo espetáculo “Versos de Hollanda…outros versos, novas canções” que estivera em cartaz até o último domingo, 26, no Teatro Leblon.

 

          A “comédia musical”, que está em sua segunda versão, une a interpretação musical e teatral de algumas músicas de Chico Buarque. Segundo o diretor, o mais difícil foi a escolha das canções a serem utilizadas, já que ao todo são 462 e apenas 37 participam do espetáculo que tem a duração de 1h e 30 minutos e está dividido em três partes: bordel, circo e drama. No palco, oito atores e atrizes/cantoras interagem ora cantando, ora recitando as músicas, muitas de peças como Gota D’água e Ópera do Malandro. Os cinco músicos ficam atrás de uma cortina de voil. O elenco foi escolhido a partir de indicações de amigos. Sem muito orçamento, o diretor foi convidando amigos que foram indicando outros e assim por diante.

 

          A idéia do projeto surgiu quando Marcio foi convidado para fazer uma apresentação sobre Carlos Drummond de Andrade e por considerar Chico um grande poeta, além de um grande compositor, sugeriu que se fizesse sobre ele. Tanta deu certo, que o musical encerra sua temporada no Rio após dois anos de sucesso e de prorrogações. Agora, com um elenco diferente, o grupo se apresentará em São Paulo nos meses de Março, Abril e Maio. Segundo ele, Chico viu a peça e adorou, foi ao camarim, tirou fotos e cedeu gratuitamente os direitos autorais.

 

          Enquanto isso, o diretor fica no Rio para trabalhar no próximo projeto. Um espetáculo do mesmo estilo, só que com músicas de Caetano Veloso. A diferença, adianta Márcio, é que dessa vez haverá uma história: duas mulheres, homossexuais, aceitam dividir um apartamento com um músico e esta será costurada com as músicas. O nome também já está definido: Coração Vagabundo.

 

Reportagem: Luna Vale   Fotos: Grécia Araújo

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Conversa Fiada: uma versão sofisticada do tradicional botequim

Novembro 28, 2006

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O Conversa Fiada, localizado no Condado de Cascais, na Barra da Tijuca, não só resgatou a tradição dos botequins como o reinventou, criando uma versão mais sofisticada da paixão dos cariocas. A decoração, o cardápio e o ambiente são típicos de um boteco, enquanto a limpeza, o atendimento e o capricho nem se comparam com os clássicos. Com mais de 50 mesas do lado de fora, os moradores da Barra da Tijuca, que sentiam falta de esquinas e cadeiras na calçada, não têm mais do que reclamar.

 

conversa-sinuca.jpgCom jeito de botequim de luxo e com muita personalidade, o lugar promove um ambiente agradável para uma conversa regada a chope e aperitivos. A decoração remete aos antigos bares do Rio de Janeiro, com alguns azulejos na parede, quadros com sugestões de comidas escritas a giz, mesinhas na calçada, telão com partidas de futebol, mesa de sinuca e relíquias, como a geladeira de 100 anos, no qual são refrigeradas cervejas em garrafa. Para o gerente Eduardo, a mesa de sinuca ajuda a dar o clima pretendido. “Bar normalmente tem mesa de sinuca”, diz ele.

 

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“O diferencial é o ar despojado, petiscos maravilhosos e o melhor chope do Rio”, diz Eduardo. Além de possuir um cardápio variado, o bar é conhecido por sua forma inovadora de servir seus quitutes. Empadinhas na fôrma de alumínio, casquinha de siri, bolinho de aipim com carne seca e espetinhos variados são alguns dos petiscos que são oferecidos constantemente pelos garçons, ou seja, não é preciso procurar no cardápio e fazer seu pedido. Uma outra idéia original é o balcão de acepipes, onde o cliente pode se servir de porções de queijo, salaminho, presunto espanhol, polvo e mexilhão ao vinagrete. Quanto ao chope, Eduardo afirma: “é o campeão de vendas”. São mais de 30 mil chopes vendidos por mês.

 

Com a chegada do verão, algumas novidades estão por vir. Todo sábado e domingo, das 15h às 19h, a casa contará com um dj. “A intenção é atrair o público que sai da praia e vem tomar um chope aqui no Conversa. Final de tarde, mesmo de biquíni, canga ou calção. Bem Rio de Janeiro, bem praia”, diz o gerente Eduardo. Outro projeto para o verão, que também é uma particularidade do local, será o “passador de chopes”. A inovação seguirá o mesmo esquema dos petiscos. No entanto, será um trabalho mais direcionado, apenas para as horas de maior público.

           Segundo Eduardo, o movimento da casa é de segunda a segunda, apresentando uma freqüência um pouco mais fraca às segundas e aos domingos. A rede Conversa Fiada é composta por 7 botequins espalhados pelo estado do Rio de Janeiro, sendo um deles, o do Rio Design, na Barra, itinerante.  Devido ao sucesso, estão previstos para janeiro 3 novos empreendimentos: em Búzios, Tijuca e Niterói. Além desses, outros ainda estão em negociação. “A rede está crescendo muito”, complementa Eduardo.

Reportagem: Mariana Rehder e Fotografia: Lorena Ribeiro

Para saber mais acesse: www.conversafiadabotequim.com.br  

Rio Design Barra
Av. das Américas 7777
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Tel 7844 – 7925
Barra
Avenida Armando Lombardi, 800
Ljs J – L – K / Edifício Condado de Cascais
Tel 2496 – 3222
Leblon
Avenida Ataulfo de Paiva, 900
Lj B Tel 2512 – 7677
Ipanema
Rua Maria Quitéria, 46
Tel 2247 – 8509
Jardim Botânico
Rua Jardim Botânico, 129
Tel 2286 – 2111
Angra dos Reis
Marina Verolme
Tel (24) 3351 – 3091
Itaipava
Est. União Indústria, 9153
Chalé – Granja Brasil
Tel (24) 2222 – 4500

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Castelo das Pedras: funk para todas as classes sociais

Novembro 28, 2006

 

Localizado dentro da favela Rio das Pedras, o Castelo das Pedras reúne jovens de todos os tipos e classes sociais. “Mercedes e BMWs chegam junto com vans e ônibus lotados”, exemplifica o flanelinha Antônio Vieira. A casa, que conta com dois andares, tem como estilo musical o funk, além de apresentar shows variados. “Um lugar simples, superlotado, com som ensurdecedor, sem bebidas ou comidas requintadas, mas com um ritmo contagiante que não deixa ninguém parado”, define Adriana Martins, moradora da Barra da Tijuca.

                                                                                                  “Dançar funcastelo-em-chamas.jpgk sem preconceitos”, esse é o espírito da casa para Leandro Zanini,  morador da Gávea. O Castelão, como é chamado por muitos, é um lugar para quem não liga para a aparência e quer se divertir, dançar e azarar. “Tem muita mulher e a cerveja é super barata”, disse Felipe Antunes, morador de Jacarepaguá. Além disso, brigas e confusões são coisas que não combinam com a casa. Mesmo estando localizado  no meio de uma favela, o local não apresenta perigos e, por isso, atrai cada vez mais jovens de classes A e B. “É super tranqüilo, sem perigos mesmo”, relata Marcela Costa, moradora da Barra.

Adolescentes de classe média e alta admitem estarem cansados das boates da Zona Sul e da Barra da Tijuca: “São sempre as mesmas pessoas, as mesmas frescuras, filas gigantes, sem falar do preço que é absurdo”, reclama Amanda da Silva, moradora de Ipanema. Os camarotes, que ficam no segundo andar, estão sendo muito procurados por esses jovens em busca de novidades: “Os camarotes são super baratos e você pode juntar a galera e curtir a noite toda, sem estresses”, relata Juliana Souza, moradora da Barra.

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No entanto, algumas pessoas se recusam a freqüentar o local. Elas acham que funk é um estilo de baixo nível, principalmente por causa das letras: “Prefiro pagar mais e ver  um bom show”, diz André Faria, morador da Gávea. Outras, que já chegaram a freqüentar o Castelo, criticam principalmente a altura do som, o calor e a aglomeração: “O calor é insuportável, parece que entrei no inferno e o som é ensurdecedor, você não escuta nem pensamento”, diz Carolina Moreira, moradora da Barra.

            Com críticas e elogios, o Castelo das Pedras continua atraindo e unindo jovens de todas as classes sociais. Além disso, a casa desenvolve um projeto de responsabilidade social. O Centro de Apoio, fundado em 2005, disponibiliza vários serviços gratuitos à comunidade, atendendo uma média de 320 famílias por mês. São consultas médicas, cursos profissionalizantes e oficinas de artesanato.  

Reportagem: Mariana Rehder e Fotografia: Lorena Ribeiro

 

Est. de Jacarepaguá, 3600
Rio das Pedras – Jacarepaguá – Rio de Janeiro RJ

 

Para mais informações acesse: www.castelodaspedras.com

 

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Cuba Libre – O novo ponto latino de Ipanema

Novembro 27, 2006

          Para os cariocas que pretendem aprender o novo ritmo que conquista as noites do Rio, o bar e restaurante Cuba Libre, localizado em Ipanema e inaugurado dia vinte e oito de setembro,  promove aulas de salsa com professores especializados. De quarta-feira à sábado, eles ensinam os primeiros passos para que todos percam a vergonha e se entreguem ao ritmo latino. Vera Campos, uma das sócias do empreendimento, diz que os professores de dança trouxeram uma grande diferença no movimento do bar, pois muitos clientes ficaram curiosos para aprender a dança. “A salsa começou desde o primeiro dia da casa, mas com os professores a clientela aumentou bastante. Todos querem aprender a dançar”, entusiasma-se           

          Funcionado de Segunda à Segunda de meio dia até quatro horas da manhã, a casa, com sede na Bélgica, trouxe para Ipanema um ponto latino à noite e um restaurante que serve menus executivos com preços especiais de dia. “Estavamos inseguros se iríamos abrir de dia ou não, mas aos pouquinhos as pessoas foram conhecendo as promoções e os cardápios diferenciados, e mas tarde viraram clientes assíduos do nosso almoço”, comenta Vera Campos.          

          Para a estudante de direito, Luíza Couto, 25 anos, a inauguração do “Cuba Libre” foi mais do que outra opção como restaurante na localidade. Para ela o diferencial da casa é a boa música e drinks ótimos. “Nunca almocei aqui, pois o que me chama a atenção é a noite, quando a música fica alta e podemos dançar bebendo drinks muito simpáticos”, anima-se enquanto chega seu drink de Pinacolada.            

          O ambiente da casa é aconchegante, com luzes baixas e um tom chique de “latinidade”. No primeiro andar está o bar e a pista de dança e no segundo andar desfruta-se de uma maior privacidade com poucas mesas e cadeiras. A bióloga Adriana Lima, 34 anos, se apaixonou pela casa desde a primeira vez que a viu e resolveu comemorar seu aniversário lá. “Foi ótimo, acho que não poderia ter encontrado lugar melhor para a festa, pois sempre tive uma identificaçào muito grande com as raízes latinas”, alegra-se.  

Reportagem – Grécia Araujo e Fotografia – Luna Vale

Endereço: Rua Joana Angélica – 157 – Ipanema (Perto do Restaurante “Garota de Ipanema”

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Sexta-feira brasileira na Casa da Matriz

Novembro 27, 2006

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Em 2002, quando as raves e festivais de música eletrônica começavam a ganhar espaço na noite do Rio, o DJ Janot resolveu criar o Brazooca toda a sexta-feira na Casa da Matriz, em Botafogo. Foi assim que a primeira festa dedicada exclusivamente ao som genuinamente brasileiro conquistou o público e se tornou o evento de maior sucesso da casa.

Com o som de Janot na pista um e de Zé Otavio e Lucio K na pista dois, o público pode conferir uma grande variedade de estilos misturados em mixagens contagiantes. Pode-se ouvir desde Jorge Ben a Los Hermanos, de Pedro Luis a Mundo Livre, de Sidney Magal a De fala. Para a estudante de psiciologia Carla Freitas, o bom de curtir o Brazooca é ter a certeza que uma hora a sua música preferida irá tocar. “Aqui a variedade de ritmos e estilos é tanta, que uma hora você vai ouvir a sua música predileta”, anima-se enquanto espera tocar a música Taj Mahal de Jorge Ben Jor.

Além de se curtir uma diferente casa noturna, com sala de exposições, loja Favela Hype, sala de estar, sala de jogos, a Casa da Matriz propôs outra inovação nas sextas-feiras. No Brazooca surgiu a idéia das horas temáticas para você escutar durante uma hora o som de seu artista favorito. O engenheiro Luis Carlos, 28 anos, achou ótima a idéia. “Eles tocam as músicas dos artistas brasileiros mais consagraodos durante uma hora direto! Parece que é muito tempo, mas na verdade você nem sente”, comenta.

 Às vinte e três horas o evento começa e para economizar na entrada pode-se chegar antes da meia-noite, pois o preço para homem é vinte reais e para mulher desesseis reais. Com a apresentação da filipeta é melhor ainda, já que o homem paga desesseis reais e mulher doze reais. Contudo, se a cervejinha no bar da esquina estiver muito gelada e os amigos resolverem jogar conversa fora antes de entrar na festa, o jeito é comprar seu ingresso por vinte cinco reais para homem e vinte reais para mulher.

Reportagem – Grécia Araujo e Fotografia – Luna Vale

Endereço: Rua Henrique de Novaes, 107 – Botafogo – Telefone: 2266-1014

Para mais informações: www.casadamatriz.com.br

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Drinkeria Maldita – da música aos drinks.

Novembro 14, 2006

          “Você lembra da rádio Fluminense FM, a Maldita do Rock? Isso mesmo, foi assim que tudo começou”, diz Rafael Santos, Barman chefe da Drinkeria Maldita, bar localizado em Botafogo e inaugurado há um ano. Segundo ele, a rádio criou a festa A Maldita para “fechar com chave de ouro” o fim das transmissões. A celebração fez tanto sucesso, que a Casa da Matriz experimenta há 7 anos o rock alternativo nas segundas- feiras. Neste âmbito que os DJs Zé Felipe e o Gordinho se juntaram à Leo Feijó e Daniel K para criar a Drinkeria Maldita, lugar onde a música se tornou o ingrediente principal para os drinks.

          Zé Felipe, um dos sócios do emprendimento, acredita que o diferencial da casa  esteja por conta das bebidas exóticas e pela música, escolhida cuidadosamente para gerar um ambiente agradável e aconchegante, porém uma de suas clientes assíduas, Fabiana Santos, 37 anos, acredita que os aperitivos são a melhor pedida. “A variedade de petiscos é grande, mas os tradicionais, como o “Bolinho de Bacalhau” ou “Aipim Frito” são os meus preferidos”, anima-se enquanto chega o seu pedido.

          A casa abre de terça-feira à domingo até as quatro horas da manhã e segunda-feira até uma hora. No fim de semana o movimento é grande e até às cinco horas da manhã ainda rola muito bate-papo por ali. Para Zé Felipe, a dificuldade de encontrar mesas disponíveis é um dos únicos problemas da casa. Por isso, ele acredita que a concorrência nao influi tanto na clientela. “Pelo contrário, acho ótimo que mais bares estejam por aqui, promovendo a revitalização da área. Antes, tudo era muito deserto à noite, agora, no fim de semana, temos que esticar ao máximo nosso espaço da calçada para tentar abarcar à todos”, comenta com entusiasmo.

          Então, se a espera por um lugar for inevitável, a casa propõe uma solução. No primeiro andar há um grande balcão, que permite aos clientes tomarem um chopp em pé, enquanto aguardam a disponibilidade das mesas da calçada ou dos sofás do andar de cima, disponível para aqueles que quiserem ouvir a seleção de rock dos DJs e a contemplar pôsters de bandas de rock nacionais e internacionais.

          Em busca da conquista do público carioca,  a Drinkeria Maldita criou mais atrativos. Toda a terça-feira pode-se beber um chopp e ganhar outro de graça até meia-noite. Além disso, a casa propõe a descontração até na escolha dos drinks. A inovação é você montar o seu e criar o nome especial no fim. 

Grécia Araujo – Reportagem e Lorena Ribeiro – Fotografia.

Agradecimentos: Marina Alves 

Para mais informações: www.drinkeriamaldita.com.br